Monareta Kross II

Mnareta Kross II 1979
Mnareta Kross II 1980

Vamos falar agora de uma modelo muito especial da Monareta, mais que infelizmente não obteve tanto êxito quanto as tradicionais, estamos falando da Monareta Kross II.

Este modelo veio em substituição a famosa e bem vendida Monareta Kross, que foi feita até 1977, numa iniciativa da Monark de trazer ao público um modelo bem diferenciado com relação as demais Monaretas. Sua inspiração veio além das fronteiras, da Monark da Colômbia, de um modelo de Monareta que fazia enorme sucesso por lá.

Monareta Colombiana
Monareta Colombiana

Sua principal diferença com relação ao modelo Colombiano era a Garupa, uma opção que não era desejada por lá, mas que aqui era imprescindível, tendo em vista a faixa etária do usuário daqui, que muitas das vezes eram jovens adultos, que necessitavam desta parte do quadro para uso diário, e por lá era destinada a crianças até os 12 anos. No modelo de lá também vinha com o selim tipo banana, ou Mustang, para se tornar mais parecido com as motos, assim como nos pneus, tipo mais reforçado, usado na prática do bicicross BMX.

Monareta Korss II 1980
Monareta Korss II 1980

Muito também se falou sobre sua semelhança com a Caloi Berlineta, sobretudo no desenho do garfo e dos guidon, segmentado em duas peças, mas se consideramos o modelo Colombiano, que era fabricado no mesmo período por lá, fica difícil dizer quem copiou quem neste caso.

Monareta Kross II
Monareta Kross II

Seu quadro, na parte intermediária e de acesso, são iguais aos modelos tradicionais, a mudança mais sensível, além do grafo era mesmo a da garupa, que por sinal viria a ser o mesmo empregado no modelo Tandem, que viria logo depois, no início dos anos 80.

Monareta Kross II
Monareta Kross II

Apesar de ser considerado um belo modelo, não obteve nada nem perto do sucesso de vendas das Monaretas de 3ª geração, que na ocasião já eram lideres de vendas da Marca. Sua fabricação foi encerrada em 1980 e hoje seus modelos, por serem raros, são extremamente colecionáveis, sobretudo originais como o da foto acima.

CURIOSIDADES

Alguns donos deste modelo colocaram selim tipo banana nelas, não sabemos o porquê, talvez fossem moradores próximos a fronteira com a Colômbia e viram nos modelos de lá e queriam fazer o mesmo com as suas. Outro caso curioso acontecia com os modelos de 3ª geração daqui, com garupa retangular, onde muitos as cortavam para deixa-las parecidas com as Kross II. Histórias de quem viveu, e com orgulho, esta época.

 

 

 

 

 

Dicas para regular sua Monark

img-secao-instrucoes

Tomamos a liberdade de consultar o Site da Monark e trazer aos amigos dicas para regulagem de diversas partes dos mais variados modelos da marca, que seguem abaixo:

Freios

Freios

Freio Side Pull: Com uma chave estrela 10 mm, regule a posição e altura das sapatas (4A) em relação ao aro, utilizando os parafusos laterais (4B). A seguir regule a distância das sapatas em relação ao aro em aproximadamente 2 mm, procedendo da seguinte forma: solte a porca do parafuso de fixação do cabo (4C) e puxe ou solte o cabo de aço com um alicate, até obter o ajuste necessário. Reaperte bem a porca. Para uma maior precisão nessa regulagem, utilize o parafuso de ajuste fino (4D), girando-o no sentido horário ou anti-horário até obter a referida distância ideal. Trave apertando a porca (4E).

Freios

Freio Inglês Dianteiro: Encaixe o garfo do freio dianteiro (Fig. 7A) nas guias (7B). A seguir encaixe as varetas do freio (7F) nas alavancas do guidão (7D). Utilizando chave estrela de 10 mm afrouxe as porcas intermediárias (7E), levante o guidão em aproximadamente 10 cm, acione a manete do freio até o fim do curso, centralize a vareta no furo da porca intermediária e solte a alavanca. Certifique-se que o guidão esteja na posição desejada e aperte o parafuso expander definitivamente. Ajuste a altura do garfo do freio dianteiro de modo que as sapatas (7C) fiquem à 2 mm do aro e reaperte as porcas intermediárias. Verifique a posição das sapatas em relação à superfície de frenagem do aro (7G), que deve ser centralizada. No modelo Tropical atente para que a vareta do freio seja encaixada no furo do suporte da cesta.

Freios

Freio Inglês Traseiro: O freio traseiro é montado na fábrica. Para a regulagem, solte a porca (9A), e puxe ou empurre o garfo do freio (9B), de acordo com a necessidade. Reaperte a porca. Para uma regulagem mais precisa, solte a contra-porca (9C) e gire a porca dentada de ajuste fino (9D), até obter a distância de 2 mm entre as sapatas e o aro. Reaperte bem a contra porca.
Freios

Freio Cantilever Dianteiro: Com as chaves allen 5mm e fixa de 10mm, regule a posição e altura das sapatas (Fig 9-A) em relação ao aro, utilizando os parafusos de regulagem (9B). Encaixe o terminal (9C) do cabo de acionamento dos cantilevers (9D) no conjunto da sapata direita (9E).
A seguir, regule a distância das sapatas em relação ao aro em aproximadamente 2mm, dessa forma: solte o parafuso de fixação do cabo (9F) com uma chave estrela de 8mm e puxe ou solte o cabo de aço com um alicate até obter o ajuste necessário. Reaperte-o bem.

Freios

Nos modelos equipados com parafusos de ajuste fino, localizado na manete esquerda (Fig-10A), essa regulagem pode ser ainda mais precisa, bastando girar o mesmo para um lado ou para o outro, até obter a referida distância ideal. Feito isto, aperte a porca (10B) manualmente para o travamento.

OBS: 1) O freio traseiro de sua bicicleta já vem montado. Para efetuar as regulagens, repita os procedimentos descritos para o freio dianteiro. 2) O parafuso de regulagem fina do freio cantilever traseiro está localizado na manete direita ou na parte superior do garfo traseiro. Exepcionalmente alguns modelos trazem ambas as disposições. 3) Caso a posição inicial do suporte do guidão seja alterada, regule novamente o freio dianteiro.

Manutenção Procedimentos

Corrente: limpe com querosene e lubrifique periodicamente com óleo fino (máquina de costura). Não utilize outros tipos de óleo ou graxa.

Pintura: Lave a bicicleta com uma mistura de água e querosene, enxague e seque bem. Não utilize solvente que possa atacar a pintura. Evite jatos de água. Quando utilizar sua Monark na praia,lave-a em seguida com água doce.

Cromados: Limpe com cera polidora. Porcas e Parafusos: Verifique e reaperte se necessário, exceto os de regulagens específicas, tais como do câmbio.

Câmbio/Descarrilhador: Periodicamente limpe com querosene e lubrifique o sistema com óleo fino, retirando o excesso. mantenha ajustadas as alavancas de câmbio.

Manutenção Procedimentos

Pneus: Ande sempre com os pneus calibrados. A pressão diminui normalmente em função da porosidade da câmara. Observe a pressão máxima recomendada para cada tipo de pneu, conforme tabela ao lado e acima.

Alguns procedimentos de manutenção mais sofisticados, demandam apurado conhecimento técnico, ferramentas específicas e experiência. Por isso, recomendamos que conduza sua bicicleta à uma oficina autorizada MONARK para a execução desses serviços, conforme os prazos indicados abaixo:

Manutenção Procedimento

Câmbio – Instruções de Utilização

Câmbio - Instruções de Utilização

O sistema de câmbio de sua bicicleta é formado por componentes de alta precisão e qualidade, resultando em dois conjuntos (dianteiro e traseiro) de avançado desenvolvimento técnico. As alavancas de comando estão posicionadas no guidão, sendo que a da direita aciona o câmbio traseiro, deslocando a corrente de um pinhão para outro, e a da esquerda aciona o câmbio dianteiro deslocando a corrente de uma roda dentada para outra. As rodas dentadas dianteiras têm direta relação com os multiplicadores traseiros. Isso significa que podem ser feitas diversas combinações entre eles, para que o avanço (em metros por pedalada) seja maior ou menor, e com maior ou menor esforço físico. O câmbio da bicicleta é previamente regulado na fábrica para que esses engates sejam precisos. Caso seja necessário a regulagem do câmbio, procure a Rede de Assistência Têcnica MONARK, conforme instruções dispostas na página Termo de Garantia deste manual.
Veja a seguir, como utilizar corretamente o câmbio de sua bicicleta.

Somente faça a mudança de marcha estando pedalando para frente e de forma gradual.

01 – Ao efetuar qualquer troca de marchas diminua o esforço empregado no pedalar, facilitando essa operação e protegendo os componentes de possíveis danos. Após o engate, volte a pedalar normalmente.

02 – Se você é iniciante mantenha o câmbio dianteiro na roda dentada do meio e pratique a troca do câmbio traseiro. Quando estiver bem treinado, passe então a utilizar plenamente o câmbio dianteiro.

03 – As marchas de redução, obtidas com o engate da corrente na roda dentada menor e pinhões traseiros maiores são indicados para terrenos acidentados e subidas, porque o esforço físico empregado em cada pedalada é menor.

04 – As marchas de avanço (mais metros por pedalada) obtidas com o engate na roda dentada maior e pinhões traseiros menores são indicadas para terrenos planos, onde a velocidade pode ser maior.

05 – Antes de iniciar subidas ou descidas, efetue a mudança para as marchas adequadas, evitando forçar desnecessariamente o conjunto.

06 – A performance do ciclista está diretamente associada ao seu peso, idade, resistência física e força. Deve-se começar sempre com marchas mais leves e gradativamente aumentar o esforço físico, empregando as marchas mais pesadas.

Para uma maior durabilidade do conjunto de câmbio, evite posicionar a corrente de forma cruzada, ou seja, engatada na roda dentada dianteira maior e pinhão traseiro maior; ou roda dentada dianteira menor e pinhão traseiro menor (vide figura 11.)

Partes de uma Bicicleta

Partes de uma Bicicleta

01. Quadro
02. Garfo dianteiro
03. Movimento de direção
04. Guidão
05. Suporte de guidão
06. Pedivela
07. Movimento central
08. Pedais
09. Freios (dianteiro/traseiro)
10. Pneus
11. Aros
12. Selim
13. Alavancas de câmbio
14. Descarrilhador dianteiro
15. Descarrilhador traseiro
16. Protetor de câmbio
17. Protetor de raios
18. Porca da abraçadeira do selim
19. Alavanca de freio
20. Canote do selim
21. Corrente
22. Rodas dentadas
23. Blocagem rápida da roda

A ilustração acima possue carater genérico exclusivamente demonstrativo. Portanto, os componentes mencionados não são comuns a todo tipo de bicicleta. Os itens bagageiro, pára-lama e cesta frontal são componentes das bicicletas (BARRA CIRCULAR, TROPICAL e BRISA).

Guidão

Guidão

Guidão BMX: Utilizando chave allen, 5 mm, retire os 4 parafusos (2A)(Fig. 2) do tampo superior (2B) do suporte do guidão. Coloque a parte central do guidão na base (2C) do suporte, encontre a posição ideal, recoloque o tampo superior e os parafusos e aperte bem. A seguir, utilizando chave estrela 13 mm desaperte o parafuso expander em aproximadamente 1 cm (2D), regule a altura e reaperte bem.

Guidão

Demais modelos: Utilizando chave allen 6 mm (LINHA MOUNTAIN BIKE) ou chave estrela 13 mm (BARRA CIRCULAR, TROPICAL e BRISA) desaperte o parafuso expander (3A) em aproximadamente 1 cm, girando-o no sentido anti-horário. Introduza o conjunto do guidão no cabeçote do quadro (3B) alinhando-o em relação ao garfo, regule a posição (altura e inclinação) do guidão e reaperte bem o parafuso expander.

ATENÇÃO: Para sua segurança, nunca ultrapasse a altura máxima do suporte do guidão, determinada pela marca no canote (3C).

Nomenclatura Técnica

Nomenclatura Técnica

Pedais e Rodinhas laterais

Pedais e Rodinhas laterais

Pedais: Os pedais de sua MONARK vêm desmontados para maior segurança no transporte. Para colocá-los em posição de uso (Fig.10), é necessário diferenciar o esquerdo do direito, já que a montagem incorreta poderá danificar as roscas do pedivela e do pedal. Observe:

Pedais e Rodinhas laterais

Pedal direito: (Fig. 11) “R”: Deve ser colocado no lado da roda dentada e da corrente. Para introduzí-lo no pedivela gire a rosca no sentido horário e aperte bem, com o auxílio de uma chave fixa de 15 mm.

Pedais e Rodinhas laterais

Pedal esquerdo: (Fig. 12) ”L”: Deve ser colocado no lado sem roda dentada. Para introduzí-lo no pedivela, gire a rosca no sentido anti-horário e aperte bem, com o auxílio de uma chave fixa de 15 mm.

Pedais e Rodinhas laterais

Rodinhas laterais: Os modelos infantis (aro 16) são equipados com o acessório rodinhas de apoio lateral. Para a montagem de cada rodinha lateral proceda da seguinte forma: Retire o protetor plástico (13A) e utilizando chave estrela de 15 mm retire também a porca (13B) e a arruela de fixação (13C) da roda traseira. Introduza inicialmente a arruela dentada (13D) no eixo da roda traseira (13E), encaixando o dente de travamento na ponteira do garfo traseiro (13F); a seguir introduza também o suporte da rodinha lateral (13G), recoloque a arruela e a porca de fixação e reaperte bem. Encaixe o protetor.

Selim

Selim

Encaixe o canote na abraçadeira da base do selim e aperte bem a porca (Fig.1A). Coloque o selim montado no tubo central (1B), efetue prévia regulagem da altura e utilizando chave estrela 14 mm, aperte a porca da abraçadeira (1C), girando-a no sentido horário.
Selim

Nos modelos equipados com sistema de blocagem rápida (Fig. 2), a operação de fixação do selim é totalmente manual. Com a alavanca da blocagem na posição aberta (OPEN), basta reter com uma das mãos a porca de ajuste (2A) e com a outra girar a alavanca (2B) no sentido horário, até obter o aperto adequado. Em seguida vire a alavanca em direção ao quadro para o travamento (leia mais sobre blocagem no capítulo blocagem rápida das rodas). Nos selins com regulagem horizontal, utilizando chave estrela 13 mm afrouxe a porca (2C), nivele na posição desejada e reaperte-o.

ATENÇÃO: Para sua segurança, nunca ultrapasse a altura máxima do selim, determinada pela marca gravada no canote (1E).

 

Belas bicicletas antigas

BSA Feminina aro 26
BSA Feminina aro 26

Hoje vamos falar mais um pouco da onda retrô das bicicletas, trazendo autênticos e belos modelos antigos, onde muitos fabricantes se inspiram para trazer ao mercado seus modelos Víntage.

Raleigh Cyclemaster All crome
Raleigh Cyclemaster Comrade All crome

Belíssimo modelo da famosa marca Inglesa Raleigh, porém fabricado na índia, do ano 1953, aro 28 e com motor.

Raleigh All Crome Comrade superbike 1953
Raleigh All Crome Comrade superbike 1953

 

Raleigh cano duplo
Raleigh cano duplo

Outro exemplar da Inglesa Raleigh, a Cano duplo, que vinha com câmbio Sturmey Archer, pneus creme e pintura vinho.

Phillips 1949
Phillips 1949

Uma marca bem conhecida dos aficionados brasileiros, a Phillips foi uma das mais populares dos anos 40 e 50.

Phillips 1948
Phillips 1948

Outo exemplar da Marca Phillips, só que do pós-guerra, de 1948, da linha masculina, vem equipada com farol à dínamo da marca Sturmey Archer.

Bianchi masculina 1950
Bianchi masculina 1950

Um belo modelo da Italiana Bianchi, masculino de 1950.

Norman anos 40
Norman anos 40

Mais um modelo do pós-guerra, a Inglesa Norman, do final dos anos 40, com acessórios de época.

Rudge feminina com 3 marchas
Rudge feminina com 3 marchas

Belo exemplar da também Inglesa Rudge, modelo feminino com 3 marchas da famosa marca Sturmey e freio dianteiro à tambor.

Phillips 1950
Phillips 1950

Mais um belo exemplar da Phillips, masculina de 1950.

Peugeot modelo turismo masculina
Peugeot modelo turismo masculina

Agora uma Francesa, Peugeot modelo turismo masculina, anos 50, aro 26, estilo balonete

Dupla de Suecas da Monark
Dupla de Suecas da Monark

Nossa lista não poderia terminar sem ela, a Monark, onde trazemos dois exemplares suecos, masculino e feminino, do início dos anos 60.

 

 

 

Monark Tigrão / Tiger Cross

Publicidade Monark Tigrão 1973
Publicidade Monark Tigrão 1973

Sonho de consumo de 10 entre 10 garotos dos anos 70, símbolo de uma era, a mítica Monark Tigrão.

Ela foi claramente inspirada na lendária Schiwinn Sting Ray americana (que continua sendo fabricada até hoje), e veio para substituir a Monark Tigre, que também se inspirava na americana, só que não tinha o mesmo charme.

Monark Tigrão
Monark Tigrão

Ela começou sendo produzida em 1972, como série Águia de Ouro, seu aro dianteiro era 16″ com pneus 16 x 1,75 x 2 e traseiro maior, 20″, com pneus 20 x 2,125, garfo cromado, com molas de enfeite, os para-lamas e cobre correntes também eram cromados, faroletes na frente (2) e sinaleiras na traseira, selim tipo jacaré, com santo Antônio, punhos, manetes e conduítes vinham na cor do banco.

Monark Tigrão
Monark Tigrão 1974

A concorrência também se mexeu e lançou a Caloi Fórmula C, que vinha com 3 marchas, onde a alavanca ficava no meio do quadro.

Monark Tigrão
Coleção de Monark Tigrão 1973

 

Monark Tiger Cross 74
Monark Tiger Cross 75

Em 1974 foi apresentada uma série especial, a Black Tiger, sempre na cor preta, tal qual a Monareta Jet Black.

Monark Black Tiger 1974
Monark Black Tiger 1974

Também em 1974 saiu uma série limitada, tendo como tema o Batman (batcleta). Produzida pela Monark para o achocolatado “Muk”, onde ganhava a bicicleta quem encontrasse o cupom dentro do vidro do produto.

Monark Tiger Cross - Batcleta 1974
Monark Black Tiger – Batcleta 1974

Diferentemente das outras de série, nesta os paralamas, garfo e protetor de corrente não são cromados, mas pretos. As 2 lanternas traseiras redondas não existem nesta versão, apenas uma lanterna no centro do para-lama. Aquele para-barro de plástico branco também não existia. O banco era todo preto s/ nada pintado e o farol dianteiro era branco e azul.

Monark Tiger Cross série Batcleta 1974
Monark Black Tiger série Batcleta 1974

Foi feita até o ano de 1975, como série Centauro, passando a se chamar Tiger Kross, dando lugar posteriormente a Monareta Kross.

Adesivo Monark Tigrão 1972
Adesivo Monark Tigrão 1972

 

Adesivo Monark Tiger Cross 1975
Adesivo Monark Tiger Kross 1975

 

 

 

 

 

 

 

Monark Garota Copa do Mundo 1966

Monark Garota Copa do nundo 1966
Monark Garota Copa do Mundo 1966

Voltamos para o ano de 1966, ano de Copa do Mundo e de série especial da Monark, no caso Copa do mundo 66 ou Rei Pelé 66, pois o Rei do futebol, na ocasião, era garoto-propaganda da marca.

Vamos falar do modelo feminino da Monark, a simpática “Garôta”, sim era assim que se escrevia na época, baseada na Constituição de 1946.

Suas linhas remetem a modelos femininos anteriores da marca, como as Suecas dos anos 50, as nacionais Brasiliana 64 C e BR 65, assim como na Americana Rollfast, de 1952, bastante agradáveis e bonitas.

Monark Garota Copa do mundo 1966
Monark Garota Copa do mundo 1966

Estes modelos já vinham com “Selins flutuantes” e “Tração monobloco”, como demais modelos da marca, Freio contra-pedal, aros 26 e pneus 1 1/2 x 2″, mais não vinham com as cestinhas, moda que apareceu na marca à partir do modelo Ipanema, mais tinham a destacada e conhecida qualidade Monark “presente em 5 Continentes” como dizia a propaganda da Linha Galáxia 67.

Modelos como este nos dias de hoje são muito raros, portanto, bastante colecionáveis.

Adesivos Monark Garota Copa do Mundo 66
Adesivos Monark Garota Copa do Mundo 66

 

 

 

A moda das bicicletas antigas

Monark BR 65
Monark BR 65

Um movimento vem ao longo dos anos se tornando mais intenso. Estou falando dos colecionadores e aficionados por bicicletas antigas. Um hobby para muitos, para outros um resgate de uma época feliz e para alguns um movimento cult, retrô ou vintage, como veem sendo propagados.

OS COLECIONADORES

No rastro dos programas de TV a cabo norte-americana como o Overhaulin’ do Discovery Channel, o programa Lata Velha, apresentado aos sábados na Rede Globo por Luciano Huck, é um reality show que acompanha a restauração completa do carro de algum telespectador.

Os programas do gênero ajudam a disseminar entre os mais jovens o amor pelas antigüidades, seja carro, moto ou bicicleta.“Muita gente que gosta de carros antigos acaba migrando para as bicicletas, pois é mais fácil e não tem motor”, garante Marcelo Afornali, curitibano de 35 anos pós-graduado em História, apaixonado por tudo o que é antigo e com mais de 50 restaurações no currículo. “Sou um verdadeiro ímã de ferro-velho”, diverte-se.

Marcelo Afornali
Marcelo Afornali

O perfil dos aficionados por bicicletas antigas é bem diversificado. Até uns 10 anos atrás, pessoas da faixa dos 40 anos começaram a se interessar pelas marcas brasileiras – antes, o interesse era só pelas importadas e as nacionais chegaram a ser desprezadas por causa da baixa qualidade, embora bicicletas nacionais até a década de 60 e início de 70, tenham uma excelente qualidade, haja visto as primeiras Caloi 10.

Muitos adeptos do “Biciantiguismo”, com certeza, um termo pouco divulgado ou conhecido entre os adeptos desse hobby, porém, apropriado para identificar os colecionadores de bicicletas antigas, procuram bicicletas que lhe marcaram uma época em suas vidas, outros procuram a antigüidade por influência de parentes próximos.

Amigos do pedal
Amigos do pedal

A moda das antigas já gerou o surgimento de grupos e eventos. Em Curitiba, o próprio Afornali organizou duas edições de um rali para bikes antigas, em 2004 e 2005, que reuniu cerca de 30 participantes.

Em São Paulo, todo primeiro domingo do mês proprietários de antigas se reúnem na Estação da Luz para conversar e pedalar. “A bike restaurada deve ser curtida, afinal deu tanto trabalho ao colecionador”, afirma.

Exposições de bicicletas antigas também vem se tornando cada vez mais constantes no país, onde se reúnem colecionadores, aficionados, comerciantes e curiosos.

 

Exposição que ocorreu em Santa Catarina
Exposição que ocorreu em Santa Catarina

ESPECIALISTAS NO PASSADO

O paulistano Marcos José Perassollo, de 52 anos e desde 1984 envolvido com restaurações de bikes antigas, é considerado o maior especialista do Brasil no assunto e já restaurou mais de 150 bicicletas. Perassollo é um artista que divide seu tempo entre “mock-up” (réplicas fiéis de objetos usadas em propagandas) e restaurações.

No seu galpão no bairro do Butantã tem mais de 300 bicicletas. Dessas, 80 estão perfeitas e 30 têm “nível internacional de qualidade”. A jóia de sua coleção é uma Bone Shaker, aquelas bikes com rodas dianteiras gigantes do final do século XIX.

Outro destaque de seu acervo é uma italiana Fratelli Vianzone, todinha de madeira.

Bicicleta italiana Fratelli Vianzone
Bicicleta italiana Fratelli Vianzone

Afornali também tem um acervo considerável com 25 bikes. A mais antiga é uma bike alemã Wanderer, de 1929, em perfeitíssimo estado. Mas o curitibano se recusa a ser chamado de restaurador. “Sou apenas um especialista em marcas de bicicletas antigas”.

Ambos põem a mão na massa e só mandam fazer fora a pintura, cromação e, eventualmente, algumas peças. Tanto Perassollo quanto Afornali têm oficinas próprias e com ferramentas de época, em polegadas.

Eles recebem a bicicleta, a desmontam e avaliam as necessidades. A partir daí, correm atrás do necessário.

Ambos são unânimes ao afirmar que a restauração, mais que um ofício, é uma paixão. “O dinheiro que ganho é para sustentar esse vício. Não é pela grana”, garante Perassollo.

Além das bicicletas, colecionadores têm também roupas, acessórios, componentes (muitas vezes na caixa), ferramentas, cartões postais, revistas, catálogos, capacetes e sapatilhas.

O sonho de ambos é o mesmo: abrir um museu. “Precisamos principalmente de apoio financeiro. Precisamos também de um prédio seguro”, diz Afornali.

Mais para outros este sonho já é uma realidade, como é o caso de Valter F. Bustos – Diretor do MUBI, Museu da bicicleta de Joinville.

Museu da Bicicleta de Joinville - Mubi
Museu da Bicicleta de Joinville – Mubi

O Museu da Bicicleta de Joinville, é o único do gênero em toda América do Sul.
Seu acervo composto por mais de 16 mil peças variadas, está localizado no Complexo Ferroviário de Joinville, bairro Atiradores, junto à Praça Monte Castelo, zona Sul da Cidade.

Desde sua inauguração, já passaram pelo museu mais de 60 mil pessoas de nacionalidade brasileira ou estrangeira.

O atendimento é feito através de ações de monitoria especializada (mediante solicitação), trabalho com escolas, agências, operadoras e grupos de turistas.
De sua variada coleção destacam-se: a vitrine de faróis composta por peças a partir do século XIX, a oficina de restauração onde acontecem as intervenções, além de diversas bicicletas tais como: Peugeot 1952 com aros de madeira, Durkopp 1934 equipada com eixo cardan (sem corrente), um Rickshaw indiano todo pintado à mão e uma Rivera 1956, projeto nacional, com suspensão sobre molas nas rodas dianteira e traseira, uma inovação tecnológica espetacular para o período.

Um colecionador de verdade gosta de pedalar sua antiga. “É um pecado deixar uma jóia dessa na garagem”, concordam Perassollo e Afornari.

O prazo para a restauração varia de modelo para modelo e de bike para bike. Perassollo restaura uma Phillips em 45 dias, já uma Bianchi demora mais – no mínimo uns 60 dias.

Não existem escolas para se aprender a restaurar. Amantes das antigas aprendem com muita pesquisa e com outros colecionadores-restauradores.

Muitos donos de antigas põem a mão na massa e aprendem com os próprios erros e, na maioria das vezes, recuperam a bicicleta.

MOVIMENTO RETRÔ

Mas para outros colocar a mão na graxa, se sujar ou garimpar peças não passa nem pela cabeça. São os adeptos do movimento Retrô ou Víntage, que cada vez mais ganham força, em várias áreas, inclusive no ciclismo, onde compram bicicletas antigas restauradas ou até mesmo modelos novos, mais com aspecto de antigas.

Réplica da Caloi Ceci
Réplica da Caloi Ceci

Estas bicicletas, muitas das vezes, custam até mais que suas similares antigas, como é o caso desta réplica da Ceci.

O fato é que todo este movimento em torno das bicicletas antigas tem aquecido o mercado das colecionáveis, onde a procura é grande e, por consequência, os preços dispararam. Até 2007 você conseguia compras uma Monareta em bom estado de conservação por no máximo R$ 250,00 (em valores atuais) e hoje não compra por menos de R$ 650,00.

Nós, amantes do “Biciantiguismo”, gostamos muito, pois nossa paixão está em evidência, embora os preços estejam nas alturas. Não estamos mais sendo conhecidos por “aquele catador de ferro-velho”, mais de aficionados ou colecionadores de bikes clássicas.

Fontes: Bike Magazine, Revista da bicicleta e Mubi – Museu da bicicleta de Joinville

 

 

 

 

 

 

 

Dicas para reformar sua bicicleta

Está precisando dar um trato na sua bicicleta?  Pensando nisso, fiz este passo-a-passo há algum tempo atrás e estou trazendo novamente para te ajudar na reforma da sua magrela.

Antes, tem um vídeo bem legal da reforma de uma Barra circular de 1983.

 

Dicas para reformar sua Bike

Se você comprou uma bicicleta antiga ou se deseja reformar a sua velha companheira, aqui vão algumas dicas:
– 1º lugar, deve desmontá-la totalmente. Cuidado com as peças móveis, tais como as bilhas dos rolamentos das rodas, da caixa da coroa e da caixa da mesa (cachimbo) / guidon;
– Depois de desmontá-la coloque as peças em uma lata com querosene, para soltar as sujeiras e ferrugens;
– Próximo passo é avaliar se as peças podem ser reaproveitadas ou se é necessário serem substituídas. Peças como borrachas das sapatas de freio, conduítes e cabos de aço e rolamentos devem ser substituídas;
– Verifique os eixos cônicos das rodas. Se apresentarem desgaste excessivo, devem ser trocados;

– Raspem a tinta do quadro, garfo e paralamas. Para facilitar o serviço, use um removedor de tinta;
– Para pintar, antes de mais nada é preciso usar uma base, para se evitar novas ferrugens, assim como descascar a tinta;

– Próxima etapa, montar as rodas. Muito cuidado com os rolamentos. compre-os completos, monte um lado, colocando graxa e o eixo cônico, tendo um dos lados com as porcas. Do outro lado, coloque o rolamento com graxa por sobre o eixo, dentro da caixa da roda;
– Verifique se as rodas estão alinhadas, no ato da sua montagem no quadro. Observe se o sistema de freio estará funcionando corretamente. Caso contrário, solte e alinhe novamente. Considere também o posicionamento da corrente, pois não pode ficar muito esticada, nem muito solta;
– Cuidado também para se montar os rolamentos do garfo e guidon, devido seu posicionamento, sempre usando graxa;
– Monte os freios considerando sua distância do aro e ação das manetas. Quando precionada a manete deve freiar no meio, sem encostar no Guidon;
– Após montada, vire a bicicleta com as rodas para cima, pedale e veja se existe empeno nos aros. Caso exista, esvazie o pneu, use a chave de raio para afrouxar ou apertar o raio, de acordo com o grau de empeno. Depois de concluir, teste novamente o freio.
– Após concluir toda a montagem, de umas voltas e teste a bike.

Monareta 1979 Tropical – 3ª Geração

Monareta Dobramatic Tropical 1979
Monareta Dobramatic Tropical 1979

Neste Post vamos falar do modelo de Monareta que mais me marcou, pois era o ano da minha Monareta, 1979, conhecida como Tropical, nome em alusão a série de modelos da Monark para o ano. Aproveito, inclusive, a oportunidade para corrigir informações anteriores onde eu ignorei o nome desta série (Logo esta fui esquecer rs).

Monareta Dobramatic Tropical 1979
Monareta Dobramatic Tropical 1979

Este modelo apresenta poucas mudanças com relação ao modelo 1978, como o cobre-corrente, grafismos dos para-lamas, adesivos e a principal delas, a plaqueta de metal, afixada na frente da bicicleta, saiu dando lugar a um emblema metalizado da Monark.

Monareta Tropical 1979
Monareta Tropical 1979

Estes modelos vinham nas cores: Azul, verde e vermelho e deram continuidade ao sucesso da marca e se mantendo como campeã de vendas da Monark.

Monareta Tropical 1979
Monareta Tropical 1979

E, claro, não poderia deixar de falar da minha, afinal foram muitos e muitos anos de alegria. Ao longo dos anos a fui modificando, coloquei para-lamas do modelo 82, Coroa de 52 dentes da Monark Super 10, pinhão de 16 dentes, aros com raios duplos e mesa SR. Era mais pesada para sair pedalando, mais conseguia empreender boas velocidades no final, acompanhando com facilidade a maioria das Bicicletas maiores, até as Speed.

Minha Monareta 1979. Foto de 2007
Minha Monareta 1979. Foto de 2007

 

 

 

 

 

 

Monark Crescent – A primeira Speed da Monark

Monark Crescent 5 1979
Monark Crescent 5 1979

Vamos voltar a falar de velocidade, e desta vez vamos falar da primeira Speed da Monark no Pais, a Monark Crescent.

CRESCENT SUECA

Vamos começar falando da sua irmã Sueca, a Crescent modelo 92320, na qual a nossa se inspirou. Ela surgia em 1963, junto com o modelo 92319, uma Speed de excelente qualidade, que contava com peças Nervex e Campagnolo, top de linha mundial. Este modelo também foi vendido no EUA, com nome de Crescent Pepita racer. Foi fabricado nesta configuração até 1980.

Monark Crescent sueca 1968 modelo 92320
Monark Crescent sueca 1968 modelo 92320

CRESCENT NACIONAL

A nossa Crescent nasceu um ano após a Caloi 10, no final de 1973, e foi o primeiro modelo de competição lançado pela Monark no Brasil.

 

Monark Crescent 10 1976
Monark Crescent 10 1976

Elas vinham com aros, guidão, canote, movimento central com coroas, caíxa de direção e pedais, feitos pela Monark, em aço cromado. Já os freios, sistema de câmbio e cubos são em alumínio, fabricados pela Shimano no Japão (Câmbio traseiro RS e dianteiro FE, freios Tourney center pull, cubos flange alta com blocagens Shimano) e mesa SR em alumínio. Seus quadros eram nos tamanhos 54, 56 e 58 e os cachimbos do quadro eram semelhantes aos da sua irmã Sueca e seu garfo vinha cromado. Uma excelente bicicleta, embora inferior ao modelo Sueco.

Monark Crescent 10
Monark Crescent 10

Elas vinham com 10 e 5 marchas, com aros 28 e 22 (Crescent Júnior 5). As Crescent 5 eram uma versão simplificada da Crescent 10, com 5 marchas, onde a coroa menor (de 42 dentes) saiu e a alavanca de troca de marchas passou para o quadro (na Crescent 10 era na mesa) Este modelo, de 5 marchas, foi feito apenas em 1976.

Monark Crescent 10 1976
Monark Crescent 10 1976

Paralelamente a Monark passa a trabalhar com outros modelos de corrida, como a Monark 10 (mais simples e barata e apenas no tamanho 56) e Super 10 (mais sofisticada que a Monark 10, mas com cubos em aço cromado sem blocagem e com alavanca de câmbio no quadro), haja visto que a Caloi fazia enorme sucesso com sua Caloi 10.

Monark Crescent 10
Monark Crescent 10

Como ela não conseguia rivalizar com a Caloi 10, teve sua fabricação descontinuada, dando lugar a Monark Positron 10, a primeira Speed brasileira com câmbio indexidado. Vale salientar que sua irmã sueca sofreu sensíveis alterações à partir de  1980 e continuou sua fabricação até 1996.

 

Adesivo Monarck Crescent 10 1979
Adesivo Monark Crescent 10 1979
Adesivo Monark Crescent 10 1977
Adesivo Monark Crescent 10 1977

 

Segue, abaixo, um vídeo com uma Crescent 10 1976 original:

 

Imagem extraída do manual da Crescent 10:

 

Manual Crescent 10
Manual Crescent 10

 

 

 

 

 

Monareta Jet Black

Propaganda Monark Monareta Jet Black 74
Propaganda Monark Monareta Jet Black 74

Neste post vamos falar de uma série muito especial da Monark, a Monareta Jet Black.

Nascida em 1972, na série Águia de Ouro 72, era uma Monareta de 2ª Geração, com garupa quadrada, que trazia uma série de acessórios diferenciados em relação aos modelos “básicos”.

Monareta Jet Black 1973
Monareta Jet Black 1972

A diferença já começava no seu nome, Jet Black, algo diferente para a Monark, que adotava geralmente para seus modelos as séries relativas a cada ano, como por exemplo, Brasil de Ouro 73 e Águia Imperial 74. Vinham com para-lamas, garfo e cobre-corrente cromados, banco manete e punhos vermelhos e pintura sempre preta, além de serem apenas na versão Dobramatic.

Monareta Jet Black 74
Monareta Jet Black 74

Ela foi feita entre os anos de 1972 e 1974, como Monareta Águia de Ouro Jet Black 72, Monareta Brasil de Ouro Jet Black 73 e Monareta Águia Imperial Jet Black 74, sempre como modelos de luxo, e fez muito sucesso entre os adolescentes e adultos jovens da época. A única mudança entre os modelos 72, 73 e 74 eram o Cobre-corrente e os adesivos.

Monareta Jet Black 72
Monareta Jet Black 72

Seu sucesso atravessou fronteiras e chegou a Colômbia, onde foi fabricada em 1974, conforme publicidade abaixo, onde se observa que, de fato, era focada para faixas etárias acima dos demais modelos:

Publicidade Monark da Colômbia
Publicidade Monark da Colômbia

Segue, abaixo, vídeo feito por um proprietário da sua Jet Black 73. Reparem que o Cobre-corrente é do modelo 74:

Encontrar modelos que preservem fielmente suas características originais é bastante difícil, o que as tornam valiosas entre os colecionadores.

Seguem, abaixo, adesivos referentes a cada modelo de Jet Black:

Jet Black 73
Jet Black 73
Jet Black 74
Jet Black 74
Jet Black 72
Jet Black 72